quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Arte x Crise


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Sei que aí no Brasil vocês estão em tempo de arte contemporânea com a Bienal de São Paulo e outras manifestações. Em Paris também, pois na semana passada aconteceu a FIAC 2008, a feira de arte moderna, contemporânea, criação emergente e design, com exposições no Jeu du Paume, no Jardin des Tuileries, no Grand Palais e no Louvre, da qual mostro algumas das obras no diaporama acima.

Não fui vê-la, mas segui com atenção seu desenrolar pela imprensa, pois é a primeira grande feira de arte que ocorreu depois da crise. Segundo os expositores, o balanço foi "globalmente satisfatório", a média do número de visitantes não diminuíu e as obras mais acessíveis não foram prejudicadas nem no preço nem no volume de vendas em relação aos anos anteriores. As que sofreram o efeito da crise nestes ítens foram as obras com preços superiores a 20000 euros.

Não trabalho com arte, mas fiquei aliviada, pois enquanto os artistas puderem viver de sua arte e os museus e galerias a exporem, poderemos apreciar a visão do mundo interpretada pelo talento humano em suas diferentes manifestações. E na atribulação do mundo moderno, isto também é importante, não é mesmo?

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Para saber mais sobre este evento :

Site oficial da FIAC 2008
Fotos no Flickr sobre algumas das obras expostas
Artigo sobre o desenrolar da feira (em francês)


A música de fundo é do grupo
Williams Fairey Band, que se apresentou no dia do encerramento do evento na Cour Napoléon do Louvre.




Alto da Página

13 comentários:

Georgia disse...

Bom dia!!!


Primeeeeeeeeeeira!!!

Agora vou ler o post, hahahahhaah!!!

Georgia disse...

Maria Augusta, sensacional!!!

O diaporama funcionou direitinho e me transportou para as salas da exposicao. Acompanhei cada detalhe. Lindo demais!!!

Imagina um elefante erguido pela sua tromba e sustentando todo o seu peso. Que idéia genial.

As fotos no Flickr também sao ótimas.

Quanto ao FIAC, nao sei francês para entendê-lo;)

Adorei o trabalho "Vitruvian".

Parabéns pela bela exposicao por aqui.

Grande beijo

Meire disse...

Guta, que bom este resultado satisfatorio, pelo menos neste setor a crise deu folga.

Bjs

disse...

Maria Augusta,
ainda bem que pelo menos virtualmente podemos estar a par do que acontece aí ou alhures no mundo das artes ...Ninguém é de ferro e com crises como esta é bom poder divagar um pouco nestas obras que tanto tem de sonho...O trabalho de Takashi Muramaki já me impressionou muito em Basel e assim como outros jovens japoneses trazem um frescor de contestação e rebeldia muito interessante de analisar.
Ótima postagem...beijos.

croqui disse...

excelente espaço, parabéns!

Lino disse...

Uma boa notícia, sem dúvida. Saber que a crise não afetou a arte nos dá um alento.

luzdeluma disse...

A crise ainda não é sentida, mas se fará a partir de janeiro se as pessoas continuarem a consumir.
A arte sempre se fortalece, se inspira nos momentos de crise, é fato! Que ela continue a nos dar inspiração para nutrir sentimentos de esperanças para um mundo melhor, mais rico e mais alegre. Beijus

expressodalinha disse...

É bom saber isso. É um bom indicador de confiança.

Meire disse...

Bom dia querida!

Eduardo P.L disse...

Maria Augusta,

a crise ainda é psicológica! A do mundo real só vai ser sentida dentro de sessenta a noventa dias! E aí por quanto tempo perdurar, que pode ser mais de 18 meses!
Mas isso não importa agora, o importante é esta sua FABULOSA postagem! Melhor da semana, novamente, sem poder ir para o Blog Viciado, pelas normas do blog!

Parabéns!

sonia a. mascaro disse...

Ótimo slideshow Maria Augusta! Apreciei cada uma das imagens. Volto para poder seguir os links. Obrigada por mais este primoroso post.
Beijos!

Aninha Pontes disse...

M aria Augusta, acho que o medo da crise ainda é maior que ela propriamente dita, não?
Mas é bom saber que investimentos em cultura, como esses ainda dão bons resultados.
Um beijo e bom final de semana

Dora disse...

Ainda bem que a Arte é preservada, mesmo com crises e pessimismos pelo ar...
Reservo momentos do meu tempo, para ficar aqui no seu espaço, me entretendo com maravilhas, nas quais não posso estar presente, de corpo inteiro....
Agradeço-lhe sempre por isso, Maria Augusta!
Nem sabe quanto!
Beijos.
Dora